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quarta-feira, 6 de julho de 2016

Dança e patinação na escola é sucesso no Orlando Bertoli


Alunas mostram todo o seu talento nas aulas oferecidas semanalmente no ambiente escolar


Letícia Ribeiro
Daiana Dutra

Andar de patins não é apenas sinônimo de entretenimento. O exercício melhora o equilíbrio, a coordenação, o condicionamento cardiorrespiratório, aumenta a resistência muscular, fortalece os ossos, entre outros tantos benefícios.  A dança também é um exercício que pode aliar entretenimento e saúde.
Na escola Orlando Bertoli, alunos encantam a todos com as apresentações de diferentes modalidades de dança e patinação artística. As aulas são ministradas pela professora de Ciências e Biologia, Marileusa Scholl, mestre em Engenharia Ambiental. Ela tem cursos de dança e patinação e passa todo o seu conhecimento para a comunidade escolar voluntariamente.
Em entrevista ao blogger, a professora conta que um dos pontos positivos da dança e patinação é desenvolver a resistência física, a desenvoltura, aprender a trabalhar em grupo, além da responsabilidade e disciplina. Nas aulas, as alunas praticam exercícios físicos que ajudam a ter um corpo saudável, elasticidade, resistência e flexibilidade.
Giulia Catarina Bernandes Stoick, do 4º ano 1, é uma das alunas mais antigas. Ela participa das aulas de patinação há cinco anos e está há dois na dança. “Eu amo a patinação e a dança. Quando adulta, quero ser uma profissional da área”, deseja.
As aulas de patinação são realizadas na escola, uma vez por semana. Atualmente, são 40 alunas. A duração é de duas horas. As aulas de dança também ocorrem uma vez por semana e conta com 65 integrantes.  Várias apresentações são realizadas durante o ano em datas comemorativas da escola, além da participação no Festival Dança Catarina e do grande Show de Natal, aberto à comunidade da região, realizado n Orlando Bertoli. “As meninas que participam dessas atividades fazem cursos para maior aperfeiçamento. E por participarem desses cursos, têm um progresso maior em cada aula”, enfatiza a professora.
É importante ressaltar que para participarem das aulas, é necessário boa conduta na escola e bom rendimento escolar.
      

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Apaixonadas por livros, alunas do Orlando Bertoli criam blog de resenhas literárias




Por

Letícia Ribeiro
Daiana Dutra

Elas são getulenses, estudantes, amigas e amantes da literatura. E foi por conta dessa paixão que Emily Witzke e Laura Helena Fridrich, ambas com 14 anos, criaram o Na Estante, um blog criativo que traz resenhas de diversos livros. Todos os textos são escritos pelas próprias alunas que aprenderam o gênero textual nas aulas de Língua Portuguesa, no ano passado.   O blog foi criado em março deste ano e é um sucesso. São mais 1.000 visualizações e 34 textos publicados. Muitos internautas procuram sugestões de livros no blog  que são indicados por meio das resenhas. Na Estante também fala sobre autores, curiosidades literárias, entre outros assuntos envolvendo o mundo da literatura.
Emily e Laura estudam no 9ºano da Escola Básica Orlando Bertoli, em Presidente Getúlio. O blog conta com mais de 40 textos e é atualizado pelo menos uma vez por semana.
      As meninas sempre gostaram muito de ler.  Em 2015, a professora de Língua Portuguesa Ojana Magaly Erbs, as ensinaram a produzir resenhas. “Todos os livros que líamos tínhamos que entregar o texto. Como aprendemos muito, este ano veio a ideia de criar um blog que pudéssemos sugerir os livros que lemos e também para ajudar outras pessoas a terem uma ideia de como fazer uma resenha”afirma Emily. Laura teve a ideia e fez a proposta à amiga. “Eu gosto muito de ler, quando você lê um livro, você vive as emoções do personagem e viaja a outros lugares pela sua imaginação. Lembrei das aulas de português e convidei Emily que prontamente aceitou”, enfatiza. Emily reforça sua paixão pela literatura. “Minha motivação para ler tantos livros é imaginar que em cada livro contém uma história diferente, algo que não li. Com isso a história me faz rir e me emocionar. A curiosidade de querer saber a história de cada livro me motiva cada dia mais”.
A obra que Emily mais gosta é Se Eu Ficar, de  Gayler Forman. Laura tem como os seus preferidos os livros da autora Kiera Cass- A Seleção , A Elite e A Escolha.   Elas ainda não sabem se querem expandir o blog, por enquanto querem apenas incentivar a cultura e o amor pelos livros.

Para visitar o blog, basta acessar http://nossaestanteonline.blogspot.com.br/
  

 




       


quarta-feira, 1 de junho de 2016

A história emocionante do menino que tem duas mães, um pai, três avós e muitos irmãos

 Jocélio e suas amigas

Por Josélio Fraga

Olá, pessoal, meu nome é Jocélio Fraga, estudo no 1º 01 do Ensino Médio na Escola de Educação Básica Orlando Bertoli e eu gostaria muito de compartilhar a minha história de vida com vocês. Minha intenção é mostrar a importância da adoção e o poder do amor.
         Muitos têm uma história de vida perfeita, nasceram, cresceram num mesmo lar e não tiveram problemas. Mas comigo o destino foi diferente.  Quando nasci, por pouco não perdi a vida. Na verdade poderia estar morto se não fosse a caridade de uma mulher. Meus pais biológicos não queriam cuidar de mim. Eu era fraco, sensível, não conseguia nem piscar.  Não ficava em pé de jeito nenhum. Até que um dia, uma mulher viu o meu estado. Conversou com minha mãe que confessou que não tinha mais condições de cuidar de mim e que iriam me deixar morrer mesmo, doente, sem remédios, sem cuidados necessários.
Essa mesma mulher foi embora e dias depois o Conselho Tutelar bateu em minha casa. Levaram-me embora, pois eles não conseguiam me criar. A mesma mulher que denunciou o caso, acabou ficando comigo. Deu-me banho, tirou toda a sujeira que eu tinha porque na casa dos meus pais eles me deixavam jogado no chão. Levaram-me ao médico. Fiz cirurgia no ouvido, pois eu tinha objetos dentro e tive o tímpano perfurado. Tanto que até hoje preciso tomar muito cuidado para não ter infecções. Não posso frequentar piscina, poder eu posso, mas eu não posso mergulhar porque se entrar água  no meu ouvido, infecciona.
Mas, continuando minha história, fui alimentado e eu não conseguia segurar nem uma coisa porque eu era muito frágil. Depois de um tempo, voltei a ficar sem família, pois essa mulher que me cuidou também não tinha condições porque já tinha quatro filhos. Uma amiga dela aceitou cuidar de mim. Quando ela me pegou no colo, chamei-a de vó e chamo até hoje. Ela e seu marido, que eu chamava de vô, me levavam para a creche. Mas eles resolveram tirar porque eu chorava muito. Sempre passeava com a minha vó, até que um dia paramos em uma casa, na amiga da minha vó. E foi aí que conheci minha mãe de coração ou minha segunda mãe. Ela me amou desde o primeiro dia que me viu. Pediu para a minha vó para ajudar a cuidar de mim. Ela tinha uma loja e chegou a passar o comando do comércio para outra pessoa só para se dedicar a mim. Minha mãe me cuidou muito até que o tempo foi passando, fui crescendo e comecei a ajudar na loja. Andava de motoca pelo comércio, enfim, eu estava muito melhor, um menino feliz e saudável.
Um dia, conheci minha verdadeira mãe e meus irmãos de sangue. Ficamos melhores amigos, com algumas briguinhas de vez em quando.

Só tenho que agradecer a primeira mulher que me tirou de lá, pois salvou minha vida. E agradeço a minha vó, a segunda mulher que me deu um lar e agradeço a minha mãe de coração e quero dizer que a amo muito, como um filho ama uma mãe. Toda vez que eu conto a minha história, alguém acaba chorando, mas eu digo que só tenho motivos para sorrir. Tenho que dar muito valor aos que me ajudaram. Há, eu perdi meu avô, fiquei muito triste, aquele homem que me deu o segundo lar. Bom, se eu não me engano eu tenho: duas mães, um pai, três avós e não sei quantos irmãos, mas deve chegar a 16. Minha família é grande, mas consigo conviver bem.
Sou um aluno esforçado e tenho muitos amigos. Adoro a companhia das minhas amigas Vanessa e Suelen. Com elas, aprendi o valor da verdadeira amizade.  Então, pessoal, essa é a minha história.
Uma grande abraço.
Jocélio 

terça-feira, 24 de maio de 2016

Projeto profissões auxilia jovens na escolha de cursos



 










Por 
Orlando Bertoli Notícias

Escolher o curso superior que irá cursar muitas vezes pode-se se tornar uma árdua tarefa. Afinal de contas, é a profissão que mudará toda sua vida. Além de gostar muito da área de atuação, o aluno precisa analisar uma série de questões, como mercado de trabalho, afinidade, entre outros aspectos. Para auxiliar o jovem nesta escolha, a Escola Orlando Bertoli lançou este ano o Projeto Profissões, direcionado aos alunos do 3º ano 01 do Ensino Médio. O trabalho é desenvolvido pela professora de Língua Portuguesa, Carolina Gomes Carradore Gonçalves.
O objetivo é despertar a consciência vocacional nos alunos, sem pretender esgotar os dilemas provocados pela escolha de uma carreira. A metodologia é simples: alunos são distribuídos em grupo e cada um deles é responsável por trazer um profissional da área à escola. O projeto é desenvolvido uma vez por mês e traz profissionais que refletem sobre a questão da empregabilidade, áreas de atuação, rotina. Na semana passada, a engenheira têxtil Ana Sílvia Vielmo e a designer de moda Isabela Dal Bó mostraram todos os caminhos das suas profissões. Ambas são professores do curso superior de Designer de Moda do Instituto Federal Catarinense (IFC), campus de Ibirama. Ana Sílvia, coordenadora do curso, explicou minuciosamente o trabalho de um engenheiro têxtil e suas diversas áreas de atuação. Isabela falou sobre o mercado da moda, como funciona o curso e os diversos campos de atuação. As profissionais prenderam a atenção dos estudantes do início ao fim da palestra. “Elas foram maravilhosas. Foram didáticas, divertidas e nos esclareceram uma série de dúvidas. Depois desta palestra, estou pensando seriamente em cursar Designer de Moda no IFC”, comenta a aluna Naiara Dagostin.  
No mês passado, o juiz Fernando Cordioli, da comarca de Ibirama, e o advogado ambientalista Fernando Gessing Neto, da comarca de Lages, proferiram uma palestra muito bacana. Eles explicaram os desafios de atuar na área do Direto, os diversos ramos e aproveitaram a oportunidade para falar sobre os direitos e deveres do adolescente. 

sexta-feira, 20 de maio de 2016

A importância da parceria entre pais e escola para um bom rendimento escolar dos filhos

 Bernadete auxilia o filho nas lições de casa
Por
Pedro Gabriel Levandowski
Quando os pais participam ativamente da vida escolar do filho, uma melhora significativa pode ser observada no aluno. Essa participação pode acontecer incentivando a leitura e a escrita, acompanhando a lição de casa, indo às reuniões de pais, tendo interesse pela rotina. Atitudes positivas valorizam o esforço diário da criança.
Mas é preciso lembrar que estimular não é fazer a lição por ele, mas ajudá-lo a descobrir as respostas por conta própria. E é dessa forma que age Bernadete de Oliveira Levandowski, 49 anos. Residente de Presidente Getúlio, está sempre preocupada com a vida estudantil do filho Pedro Gabriel Levandowski, estudante do 1º ano 01 do Ensino Médio da escola Orlando Bertoli. “Me preocupo muito com a vida escolar do meu filho. Sempre acompanho as notas das provas e em casa ele tem regras:  hora de estudos, hora de descanso, lazer e para a sua alimentação”, conta Bernadete.
A mãe ajuda o filho nas tarefas e trabalhos, tirando dúvidas quando precisa. “Tenho sempre em mente que a escola é para alfabetizar, ensinar. Os alunos estão lá para respeitar os professores, pois educação vem de casa. Por isso, sempre digo que os pais precisam ensinar seus filhos a respeitar seus professores e acompanhar sua vida escolar em casa”, enfatiza.
Roseli Oliani Ferreira, 42 anos, também participa ativamente da vida escolar do filho Diego Carlos Ferreira, aluno do 6º ano 01. Ela o ajuda nas tarefas, cobra data de trabalhos e sempre pergunta quando tem prova. Seu maior desafio é incentivar o filho na continuidade dos estudos e, no futuro, concluir o ensino superior. “A presença dos pais é essencial na vida dos filhos. Estar sempre ao lado deles, cuidando, cobrando. Assim, os auxiliando para que possam ter sucesso na vida, dentro e fora da escola”, destaca Roseli.

Como ajudar as crianças com seus deveres
1. Materiais. Seu filho deve dispor de materiais como papel, lápis, borracha e um dicionário para fazer seus deveres do colégio. Você dever estar atento para ver se necessita de vez em quando algo especial.
2. Leitura. Aproveite para ler quando seu filho estiver fazendo os deveres. Desse modo poderá prestar atenção quando ele necessitar de alguma coisa, e estará dando um bom exemplo a ele.
3. Ajuda. Quando seu filho lhe pedir orientação, oriente-o, mas não lhe dê a resposta. Se você der a ele tudo feito, ele aprenderá que quando tiver alguma dificuldade você solucionará todo o problema para ele.
4. Interesse. Demonstre interesse em colaborar nos seus deveres e dê importância na realização de suas tarefas.
5. Contato. O acompanhamento e as reuniões com os professores mantém o contato entre os pais, filhos e mestres. Assim poderá compartilhar as tarefas e dar melhor seguimento dos seus filhos nos estudos.
6. Organização. Estabeleça com seu filho quais são as tarefas fáceis e difíceis em função das suas preferências. Oriente-o para que faça primeiro as mais difíceis, deixando as mais fáceis para quando estiver mais cansado.
7. Descansos. Quando notar que seu filho está cansado, proponha um descanso de dez minutos. Assim poderá voltar com mais concentração aos deveres.
8. Ânimo. Busque sempre o positivo e evite as críticas. Se a criança se sente frustrada e incapaz, sua dificuldade aumentará e perderá o interesse de superação. Os deveres vão se converter em um pesadelo.
10. Correção. Revise os deveres e se assegure de que o trabalho está completo e correto. É uma forma simples de demonstrar que você está interessado em saber como andam as coisas.
Fonte;guia infantil.com

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Orlando Bertoli se prepara para festa junina



O clima junino já toma conta da nossa escola. Bandeirinhas enfeitam o ambiente e pelos corredores, um aroma maravilhoso exala da cozinha. São as cocadas e outros quitutes tentadores que começam a serem feitos. No pátio, alunos ensaiam suas apresentações e na cidade, a venda da rifa está a todo vapor. Tudo para que saia perfeito a Festa Junina da Escola Orlando Bertoli, juntamente com o 18º Fecaem (Festival  Caipira do Ensino Médio) . O evento ocorre dia 4 de junho, a partir das 14 horas, na sede da escola.
A festa antecede duas gincanas que estimulam o espírito de equipe, competitividade saudável e união. Do 1º ao 5º ano, alunos trazem mantimentos que serão utilizados no evento, participam da venda da rifa e arrecadam esponjas. Já os alunos do 6º ao 9º ano, além de venderem as rifas, arrecadam os alimentos, trazem esponjas e também ganham pontos com a arrecadação de lacres de latinhas. As esponjas são doadas para a Apae de Presidente Getúlio e os lacres irão para o Rotary Clube. Eles também têm uma prova a mais na gincana. Cada turma é responsável por fazer uma filmagem de no máximo dois minutos. O tema é o convite para a festa e ganha a prova o vídeo o mais votado. Os vídeos deste ano estão muito criativos e já estão em votação no face da escola. Se você ainda não votou, corre lá e ajuda a galera!
Premiação – A gincana traz prêmios bacanas aos vencedores. Os prêmios são distribuídos para as turmas mais pontuadas: R$ 600,00 para o primeiro lugar, R$ 400,00 para o segundo e R$ 300,00 para o terceiro. "Temos que agradecer a comunidade de Presidente Getúlio que nos auxilia todo momento com a doação dos prêmios para a rifa, os alimentos que o alunos trazem, tudo contamos com o apoio deles. Além da diversão para a cidade, a festa é importante para a escola, que conta com o lucro para a sua manutenção", enfatiza a diretora, Jucimeri Beppler.


Festa conta com o famoso Fecaem

Uma das atrações mais esperadas da festa são as apresentações do famoso Fecaem que este ano promove sua 18º edição. O Festival é uma competição entre as turmas do ensino médio. De maneira muito divertida e criativa, alunos realizam apresentações que envolvem dança, música, teatro, poesia e interpretação. Um júri de peso, formado por profissionais da área, é composto para julgar a competição. A premiação também estimula o festival. A turma que conquistar o 1º lugar levará R$1,5 mil. O segundo lugar recebe R$ 900,00 e o terceiro, R$ 600,00. O dinheiro é fruto da inscrição do Fecaem, onde cada aluno paga R$ 10,00, além do auxílio da APP da escola. A classe que vender mais rifa ganha R$ 600,00.


Rifa reúne 30 prêmios


A rifa promovida pela escola promete bons prêmios. O sorteio será dia 4 de junho, durante a festa junina. Serão 30 itens, doados pela comunidade de Presidente Getúlio. Os cinco primeiros prêmios será em dinheiro. 

terça-feira, 10 de maio de 2016

"O vôlei traz à criança um ambiente de muito cooperativismo"




    
Por
Daniela Conzatti 
Máira Buss

           O vôlei feminino de Presidente Getúlio ganha cada vez mais destaque em Santa Catarina. Prova disto é o resultado do  1° Quadrangular Rio-Sulense- Vôlei Infantil, ocorrido na semana passada, em Rio do Sul. O time da cidade conquistou o segundo lugar. O sucesso é alcançado pelo trabalho em equipe, dedicação, mas, principalmente pelo trabalho do técnico Altino José Zermiani Júnior, da Comissão Municipal de Esporte (CME), de Presidente Getúlio. Ele concedeu uma entrevista à equipe do Orlando Bertoli Notícias e contou um pouco mais sobre sua trajetória no esporte.

Orlando Bertoli Notícias: Você poderia nos contar quando iniciou sua paixão pelo vôlei e quando começou a trabalhar na CME ?
Altino J. Z. Júnior: Fui apresentado ao voleibol aos 12 anos, onde tive uma influência do meu técnico e comecei a participar de campeonatos regionais e estaduais. Assim, criei uma identidade muito forte com o vôlei. Essa paixão pelo esporte me influenciou a fazer faculdade de Educação Física. Em metade de 2010, comecei um trabalho social na escola Orlando Bertoli e formei um time. Em 2011, a equipe feminina da escola conquistou o terceiro lugar na regional do JESC. Em 2011, comecei na CME com o voleibol masculino e feminino, onde trabalho até hoje.
O.B Notícias: Qual é a importância dos times de base?
Altino: Para o voleibol a base é muito importante, pois nela as crianças podem vivenciar o esporte e, a partir daí, se houver identificação, o próprio voleibol traz para a criança um ambiente de muito cooperativismo.
O.B Notícias: Quais são os campeonatos que os times participaram este ano?
Altino: Este ano já aconteceu um campeonato em Curitibanos, com o voleibol masculino. Está programada a Copa Lages do adulto feminino e masculino e Copa Lages para a base. No início deste mês ocorreu a Copa Rio do Sul feminino sub 16, joguinhos com o time masculino e feminino até 18 anos e a Olesc, com as equipes masculina e feminina até 16 anos. Houve também a Copa SDR feminina, adulto e sub 16.
O.B Notícias: Quantas conquistas você já teve desde que começou a trabalhar aqui?
Altino: São muitas as conquistas. Entre as de maior destaque está o campeonato da Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi), onde conquistamos o primeiro lugar no adulto masculino, e nas categorias de base feminina, sub 14 e 16. A de maior expressão foi a vaga inédita para a estadual da Olimpíada Estudantil Catarinense (Olesc), no feminino, ano passado.
O.B Notícias: É de imensa satisfação conhecer o valor do esporte e ver como é desempenhado no município. Obrigada Altino por conceder esta entrevista à nossa equipe do Jornal Orlando Bertoli Notícias.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

“A educação está carente do lado humano”

                      

        
Por
Brenda Luisi deOliveira
Jaqueline Cardoso Schreiber
Maria Izabel Martins
Tainara Barth
Vanessa de Oliviera Nuss
        

         Jucimeri Cristina da Conceição Beppler é diretora da escola Orlando Bertoli há um ano. Antes de ocupar o cargo, foi assessora de direção por quatro anos. Professora de matemática, a diretora coordena, juntamente com uma equipe de peso, uma escola com mais de 800 alunos, de 6 a 18 anos. E, claro, a tarefa não é fácil, mas é cumprida com muito amor por Jucimeri e realizado com tanta dedicação por todos que a auxiliam nesta missão. Conheça abaixo um pouco mais sobre a entrevistada:

Orlando Bertoli Notícias: Qual sua idade?
Jucimeri Cristina da Conceição Beppler: 41 anos.

Onde você nasceu?
Jucimeri: em Blumenau.

OBN: Conte um pouco sobre sua história no Orlando Bertoli.
Jucimeri: Em 2007, fui removida de Blumenau para Presidente Getúlio, como professora. Em 2001,  assumi como assessora de direção. No ano passado, passei a ocupar o cargo de diretora. Neste ano, tivemos a aprovação da comunidade escolar do meu plano de gestão equivalente para o mandato de 2106-2019. 

OBN: Como é o dia a dia como diretora?
Jucimeri: Tem dias que é tranquilo, tudo flui, porém, tem dias que são bem agitados.

OBN: Como é para você lidar com jovens?
Jucimeri:  Achava que seria mais fácil justamente por serem jovens, mas eles são muito carentes de atenção.

OBN: O que você acha da educação atual?
Jucimeri: Falta comprometimento, responsabilidade, vontade, vontade de querer saber. Não só por parte dos alunos, mas por parte dos pais também. Está faltando o lado humano.

OBN: Qual seu livro preferido?
Jucimeri: O Pequeno Príncipe.

OBN: Qual sua música preferida?
Jucimeri:  Sou bem eclética, do rock ao sertanejo.

OBN: Comida preferida.
Jucimeri: Tudo o que é salgado para mim é bom.



    Jogo rápido

O espaço Jogo Rápido tem como objetivo entrevistar um membro da comunidade escolar que possa falar um pouco mais de sua vida, anseios e opiniões referentes a educação. O Jogo Rápido é escrito e editado pelos alunos do 1º ano 1-Ensino Médio.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Um mundo encantando da Biblioteca Viajante







Por
Adriel Schneider Selva
Mateus Felipe Hinckel
Daniel Rudolfo
Suelin Bender Raimundo


                Imagina uma maleta que percorre vários lugares com histórias cheias de aventuras, contagiando toda a família.  E é assim que a professora do 4º ano da Série Iniciais 1 e 2, Andreia Sardagna ,consegue despertar em seus pequenos o gosto pela leitura. O projeto, intitulado “Biblioteca Viajante”, é um sucesso na escola e na família do próprio aluno.
Toda a semana, um estudante leva para casa uma maleta com cinco livros e um caderno. Depois de ler todas as obras, ele preenche uma ficha de leitura sobre o livro que mais gostou. Por fim, realizam um lindo desenho que expressa toda a experiência vivida com a Biblioteca Viajante. A maleta é disputada entre os pequenos que ficam ansiosos para levá-la para casa e conhecer as mais belas histórias. “Nosso principal objetivo é aproximar a família da vida escolar das crianças e despertar o interesse pela leitura. Já observo um resultado positivo na vida escolar dos alunos”, enfatiza Andreia. Eduarda Gabriely Bairros, nove anos, aluno do 4º ano vespertino, gosta muito da Biblioteca Viajante. Já levou os cinco livros para casa e o seu preferido é Histórias Bíblicas Infantis.
Outro projeto realizado pela professora é a Ciranda de Gêneros Textuais. Ele consiste em atividades direcionadas aos diversos gêneros textuais. O principal objetivo é fazer com que o aluno consiga diferenciar os tipos de textos e desenvolver a interpretação. Depois de realizarem várias atividades, como leitura e compreensão de textos, os alunos produzem sua própria história de acordo com gênero estudado.


quarta-feira, 4 de maio de 2016

Uma vida dedicada aos alunos e à leitura




Por



Karine Beatriz Krug
Rafael Igor Cipriani

Mylena Geovana Cipriani
Vinicius Pandini Davila

O local é sempre organizado. Quando os livros  estão jogados sobre as mesas, é sinal que saíram da estante e foram para os olhos de alunos interessados em uma boa leitura. A biblioteca do Orlando Bertoli é, sem dúvida, um dos lugares mais frequentados  da escola. Uma das responsáveis por este sucesso é a professora de Língua Portuguesa e Literatura, Margareth Schmidt. Readaptada, cuida com muito carinho da biblioteca. A professora gosta muito de ler e incentiva os alunos, sempre os ajudando a escolher os livros indicados à sua idade. Segue abaixo, entrevista completa com Margareth Schmidt.

Orlando Bertoli Notícias - O que incentivou você a ler?
Margareth Schmidt- Foi realmente a minha família, minha mãe, a minha vó e as aulas que eu tive com meus professores. Sempre tive a felicidade de ter professores do primário na época, professores que gostavam muito de ler para os alunos. Como  não tínhamos livros nas escolas como têm hoje e não podíamos levar para casa, os professores liam para os alunos na sala de aula. E assim, tomei gosto pela leitura.




Jornal O. B. N. – Qual sais seus gêneros preferidos?
Margareth: Livros de ficção, contos, romances também.



Jornal O. B. N. – Qual livro você mais gostou? Por quê? 
Margareth: Um livro que eu mais gostei de ler foi " o Pequeno Príncipe". É um livro que  nos faz pensar e sonhar.  Quando eu li pela primeira vez, não entendi algumas passagens da história, retomei a leitura  para ter um entendimento melhor. Eu li tantos livros que já que nem sei dizer para vocês o meus preferido.


Jornal O. B. N. – Que dica você daria para os jovens que não gostam de ler?
Margareth: Começarem a ler e a entender a importância da leitura. Escolham, primeiramente,  livros  não muito grossos para depois passarem para histórias mais extensas. A leitura é algo primordial para a vida das pessoas,  pois é por meio dela que melhoramos nosso vocabulário, obtemos conhecimento, dinamizamos o raciocínio e a interpretação. Muitas pessoas dizem não ter paciência para ler um livro. Porém, isso acontece por falta de hábito, pois se a leitura fosse um hábito, as pessoas saberiam apreciar uma boa obra literária.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Sabores da Terra



É com muita alegria que as alunas Sabrina Odorizzi e Ketry Lyandra Minich da Silva apresentam o espaço Sabores da Terra. Toda a semana, uma receita será publicada no blogger, com a ajuda dos pais dos estudantes da escola. As alunas divulgam pratos típicos de Presidente Getúlio, comida alemã, italiana, entre outras culinárias que podem servir de sugestão aos leitores para uma deliciosa refeição.  E a primeira receita teve como colaboradora a mãe de Sabrina, Vera Kloth Odorizzi, que ensina a fazer uma deliciosa pizza caseira.

 Bom apetite!

Ingredientes:
Um copo de água morna;
Uma colher de sopa rasa de fermento de pão;
Uma colher de chá de sal;
Cinco colheres de sopa de óleo;
Trigo o suficiente para deixar a massa não muito dura.

Modo de preparo:

Junte todos os ingredientes, sovar bem a massa e abrir com o rolo. Colocar na forma e deixar crescer bem. Assar em forno não muito quente. Fazer um recheio de sua preferência e colocar ao forno novamente.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Nasce um grande projeto

Olá, queridos leitores!



Um dos grandes desafios da escola, em especial das aulas de Língua Portuguesa, é despertar no aluno o interesse e o envolvimento prazeroso em atividades de leitura e produção de textos. Diante disso, a Escola de Educação Básica Orlando Bertoli desenvolveu um projeto com o objetivo de proporcionar ao aluno oportunidades de realizar atividades mais envolventes e reais nas áreas de leitura e escrita. Produzir matérias jornalísticas foi a forma encontrada, onde o professor é o mediador e proporciona ao aluno o acesso à diversidade de gêneros textuais, focalizando as práticas  de leitura, reflexão e produção. E depois de dois meses de trabalho, o tão sonhado projeto sai do papel: o blogger Orlando Bertoli Notícias. As matérias aqui publicadas são frutos de um minucioso projeto realizado nas aulas de Língua Portuguesa. Todas as postagens são escritas pelos alunos do 1ª ano do Ensino Médio 1 e 2, que não mediram esforços para realizarem as mais diversificadas entrevistas. O trabalho consiste em fazer com que o aluno tenha o hábito da leitura, escrita, conhecimento de gêneros textuais, mas, principalmente, divulgar todo o trabalho realizado na escola.  
Com o objetivo de torná-los responsáveis e dedicados ao trabalho a que se propunham, cargos foram distribuídos: redatores, revisores, um conselho editorial, dois chefe de redação, repórter fotográfico, entre outras funções. Esses cargos terão a duração de um bimestre, com direito a reeleição. Porém, todos os alunos deverão passar pelos diferentes setores da produção do jornal. É importante salientar que todos os alunos são redatores de suas próprias matérias. Eles leem e escrevem sobre comportamento, culinária, moda, música, curiosidades, saúde, esporte, lazer, meio ambiente, enfim, os mais variados temas e os mais diversos gêneros de texto. Além disso, produzindo o blogger, eles vivenciam o trabalho real que constitui o homem como social, tal como os adultos o fazem, ocupando cargos, decidindo, fazendo suas próprias escolhas e inferindo a importância da responsabilidade, dedicação, esforço pessoal e conjunto para concretização de um objetivo comum. 
O blogguer também é uma grande ferramenta para que os pais possam ter acesso a vida escolar do filho e também auxiliá-lo na produção das matérias. Contamos com a participação de todos que poderão enviar sugestões ao email professoracarolinacarradore@gmail.com.

Uma boa leitura a todos!

Equipe de jornalismo do Orlando Bertoli Notícias.